Tudo na vida tem um início, um meio e um fim.
Numa procura constante pela verdadeira essência da Arte e da Vida, os diferentes modos de criação conjugam-se e retrovertem-se inevitavelmente numa dança a quatro compassos: o espaço, o ritmo, a consciência e o corpo. Se a arte imita e/ou representa a vida, o que acontece quando a própria vida imita e representa a arte?